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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Polazzo recebe Esmeralda Gusmão, membro da Coalizão Não Fracking Brasil

Ainda pouco conhecido, o Fracking é uma tecnologia utilizada na exploração do gás de xisto nas camadas profundas do subsolo. Para fraturar a roxa, se injeta no solo enormes quantidades de água e produtos tóxicos, que acabam contaminando o meio ambiente e causando prejuízos, também, a vida humana.

Após a sessão ordinária da última quarta-feira (12), o presidente da Câmara Municipal de Pato Branco, Carlinho Antonio Polazzo (PROS), recebeu Esmeralda Gusmão, membro do Coesus - Coalizão Não Fracking Brasil, que falou sobre o enfrentamento a tecnologia altamente poluente, e o vereador Gilson Feitosa (PT).
“O Fracking é uma prática que não mede danos. São milhões de litros de água potável utilizados em um poço. Com a perfuração, mais de 700 tipos de substâncias cancerígenas são enviadas ao meio ambiente, causando chuva ácida, desertificação, morte de animais, mutagênese de bebês, entre outros problemas”, afirmou Esmeralda.
Desde sua fundação, a Coesus vem trabalhando junto a deputados federais, estaduais, vereadores, prefeitos e demais lideranças no intuito de tornar mais conhecida essa prática não convencional de exploração de petróleo e gás de xisto. A ideia é que, juntos, todos possam evitar que essa tecnologia seja implantada no Brasil.
“O Fracking é uma tecnologia que se mostra, por meio de pesquisas e estudos, altamente poluente e causadora de danos irreversíveis ao meio ambiente, principalmente ao lençóis freáticos. Além disso, provoca danos à saúde do ser humano, como o desenvolvimento de doenças, entre elas o câncer”, destacou Polazzo.
Por isso, segundo Polazzo, é preciso que o poder público atue para evitar que práticas como esse sejam difundidas no território nacional. Na Argentina, por exemplo, onde essa tecnologia adversa é utilizada, produtores de frutas vem enfrentando problemas na comercialização de suas produções.
Projeto de Lei tramita na Câmara para evitar essa prática
De autoria do vereador Gilson Feitosa (PT), tramita na Câmara o Projeto de Lei 19/2017 que dispõe sobre a proibição da concessão de alvará e/ou licença para a exploração dos gases e óleos não convencionais por meio de métodos da fratura hidráulica – Fracking. O projeto foi para primeira votação em plenário durante a sessão da última quarta-feira (12), quando foi aprovado por unanimidade. A segunda votação em plenário acontece no próximo dia 02 de agosto.
De acordo com o vereador, outros municípios da região Sudoeste do Paraná já estão se posicionando contra a utilização desse método que tem se mostrado extremamente nocivo. “O Fracking é uma preocupação de todos e nós como representantes do povo precisamos garantir a manutenção dos recursos naturais, além da qualidade de vida da população e das gerações futuras”.
Para conhecer mais sobre o tema, acesse: www.naofrackingbrasil.com.br
Autor: Rodrigo Ribas Bortot

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